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domingo, 11 de fevereiro de 2018
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UM BATE PAPO COM MARCONDYS FRANÇA
Aos 45 anos Marcondys França desmistifica o "bom moço" e apresenta seu lado mais maduro. Vivi durante muitos anos da minha carregando o fardo do "Bom Moço", com a responsabilidade da perfeição sem direitos a erros ou falhas comuns a um ser completamente humano, e isto gerou em mim um completo sentimento de culpas, insegurança e incapacidade, assim como quase 10 anos de terapias para tentar me compreender e me aceitar como uma pessoa comum, que aprende a se superar a cada erro ou fracasso cometido. O ditado popular "O que os olhos não vê o coração não sente" durante muito tempo foi aplicado a mim, Pois aparentemente estava vivenciando momentos incríveis com trabalhos relevantes, e com a aparência sempre impecável, mas por dentro, havia um bichinho me correndo, uma tristeza imensa, uma inquietação junto a uma insatisfação, Mas, como nunca deixava de produzir, todos viam um cara sem problemas afetivos ou emocionais, durante muitos anos vivi no olho do furacão, mas buscava forças para não ser empurrado para o fundo do poço, é estas épocas foram as mais criativas, me renderam muitos materiais. O cara "bonito", muito mais exótico com um físico bom, educado, atraia as atenções, mas nunca se deixou levar pelas aparência ou facilidades expostas pelo meio, vivendo sempre relações amorosas intensas e duradouras, mesmo priorizando a monogamia, fui traído e isso sempre me incomodou muito, mas o tempo passa, as coisas mudam, a maturidade vem, e fica bem mais fácil lidar com esses aspectos. Aos 45 anos e possível enxergar o mundo com outro olhar, com o olhar de que viveu e Passos experiências das quais aprendi muito, que entre erros e acertos, sou um sobrevivente dessa vida louca, vida. Aprendi que a vida se renova, e se repete o tempo todo, o que conta, é a maneira na qual encaramos a realidade do dia a dia, Não que não haja espaços para sonhos, são eles que nos impulsionam, também nos iludamos de vez em quando, mas, Se com as vivências somos capazes de superarmos com a realidade, a vida segue. Hoje o Marcondys homem, ator, família, amigo não se divide a personagens pois nunca foi, a vida não é um palco, não somos capazes de determinar o fim com 100% de certezas como na dramaturgia, nem tao pouco meros expextadores, somos obrigado por leis naturais interagir, é uma escola, onde a nossa grande obrigação é ser um aluno aplicado.
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
O PÁSSARO DO POENTE
NARRADOR
YOSAKU
OTSÛ
NOBRE SENHOR
SENHORA
Peça em um ato.
NARRADOR:
NARRADOR:
YOSAKU:
YOSAKU:
CENA III
NARRADOR:
CENA IV
YOSAKU:
CENA V
CENA VI
CENA VII
NARRADOR:
NOBRE SENHOR:
CENA VIII
NARRADOR:
NARRADOR:
(Otsû sai do quarto com o tecido pronto)
YOSAKU:
OTSÛ:
(Otsû toma sua verdadeira forma)
NARRADOR:
O FANTASMINHA BRINCALHÃO
VENTANIA (MÃE)
TROVÃO (PAI)
RAIO DE LUZ (IRMÃO)
CLARIDADE (IRMÃ)
TRANSPARENCIA (AMIGO)
DONA ZUZU
PEÇA EM UM ATO
CENA I
VENTANIA:
TROVÃO:
VENTANIA:
TROVÃO:
VENTANIA:
TROVÃO:
VENTANIA:
CENA II
RAIO DE LUZ:
CLARIDADE:
RAIO DE LUZ:
CLARIDADE:
RAIO DE LUZ:
CLARIDADE:
VENTANIA:
RAIO DE LUZ:
RAIO DE LUZ:
CLARIDADE:
RAIO DE LUZ:
CENA III
RAIO DE LUZ:
RAIO DE LUZ:
TRANSPARENCIA:
(Entra a velhinha míope, e os fantasmas assustam)
DONA ZUZU:
RAIO DE LUZ:
ENTRANDO NUMA FRIA
PERSONAGENS:
PAI
FILHO
LOBINHO (Amigo)
POLICIAL 1
POLICIAL 2
PEÇA EM 1 ATO
CENA
I
PAI:
-
Acorda! Escola...
FILHO:
- Ah,
pai!
PAI:
- Vai
se atrasar.
FILHO:
- Só
mais um pouco, vai...
PAI:
-
Filho...
FILHO:
- Tá
bom pai.
PAI:
- Joga
uma água nesse rosto que esta horrível.
FILHO:
-
Também... Que queria? Acabo de acordar.
PAI:
- Fiz
um café reforçado.
FILHO:
-
Belê.
PAI:
- Que isso... Belê? Dá pra usar o português correto? Sabe que detesto
gírias. Basta pedir: Obrigado, por exemplo.
FILHO:
-
Brigado.
PAI:
-
Obrigado.
FILHO:
-
obrigado!
PAI:
- Está
vendo? Assim é bem melhor, e não dói nada. Agora é melhor se apressar.
FILHO:
- Tô
indo.
PAI:
-
Estou indo. Hei? Não toma mais a benção?
FILHO:
-
Benção.
PAI:
- Que
Deus abençoe.
FILHO:
- Fui. (Sai)
PAI:
- E te
proteja.
CENA II
LOBINHO:
- Tô
ligado que cê é novo na escola.
FILHO:
- É.
LOBINHO:
- Tô
ligado truta. Cê vem de buzão?
FILHO:
- Não.
Na caminhada.
LOBINHO:
- Maneiro. Ah, já ia me esqueceno... Sou Lobinho.
FILHO:
- Legal.
Eu sou Robson.
LOBINHO:
- Que
vai fazê depois da aula?
FILHO:
- Vou
pra casa.
LOBINHO:
- Nem
pensá.
FILHO:
- Se
eu não chegar, meu pai me mata.
LOBINHO:
- Oh,
camarada! Tá comigo, tá com Deus! Esquenta a cuca não. O mano aqui tem um
esquema da hora...
FILHO:
-
Esquema?
LOBINHO:
- Num vai me dizê que é de dá pra trás...
FILHO:
- Que
isso!
LOBINHO:
- Tu
tá veno aquela loja ali?
FILHO:
- Tô
LOBINHO:
- E lá que será teu batismo. Só quero vê se tu passa no teste.
FILHO:
-
Teste?
LOBINHO:
- É. Teste. Pra fazê parte da turma tem que passá no teste.
FILHO:
- E
como é esse teste?
LOBINHO:
- Hei,
calma! No tempo certo vai sabê.
PAI:
CENA IV
LOBINHO:
(Acendem e saem fumando)
CENA V
PAI: - Pra onde foi esse moleque? (Encontra o bilhete) Pai fui pra casa de uns amigos fazer um trabalho de escola e já volto. (Pega o celular e liga) Fora de área. Esse menino está aprontando alguma. Não sei por que, mas sinto isso. Queira Deus que eu esteja enganado. (Telefone) Alô... O que? Não... Não pode ser. Polícia? Há algum engano. Sim. É meu filho. Está bem, já estou indo para aí. (Sai).
FILHO:
FILHO:
F I M
ATÉ QUE A MORTE OS SEPARE...
ATÉ QUE A MORTE OS SEPARE... de Marcondys França PERSONAGENS: CANDIDA MATILDE: Irmã de Cândida. ISABEL: Filha de Cândida. M...
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ATÉ QUE A MORTE OS SEPARE... de Marcondys França PERSONAGENS: CANDIDA MATILDE: Irmã de Cândida. ISABEL: Filha de Cândida. M...
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Texto: Monteiro Lobato Adaptação: Marcondys França PERSONAGENS: EMÍLIA (Boneca de Pano) NARIZINHO PEDRINHO (Primo de Narizinho) ...
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SEGUNDO ATO (Escravos passam pela cena reproduzindo trabalho do dia a dia. Três escravas vão a ponta do palco, reproduzem lavagem de ro...